sede FMI
A crise mundial - que nos afeta cada vez mais -, como não poderia deixar de ser, ocupa há muito tempo o centro do noticiário. Só que de uma forma enviezada: a mídia culpa a tudo e a todos, menos o principal responsável por ela, os Estados Unidos.
E o pior, responsáveis que ainda não fizeram o seu ajuste, o que atrasa o ajuste na Europa e no Japão, levando ao endividamento dos países ricos a 100% do PIB, nível mais alto já atingido desde a II Guerra Mundial.
Esquecer, e não levar em conta sempre esse dado fundamental, simplesmente, pode provocar erros estratégicos graves. Os EUA estão com uma dívida pública equivalente a 90% do seu PIB e seu déficit público atinge 11%. Isto mesmo, 90% e 11%!
Por isso, tudo o que escrevem nossos críticos aqui no Brasil, não passa de tinta em papel. Principalmente, porque se acrescentados os débitos das empresas públicas Fannie Mae e Freddie Mac, a dívida pública norte-americana alcança 124% do seu PIB.
Mídia poupa e não acusa. O FMI o faz
Isso levou o próprio FMI a exigir, esta semana, medidas drásticas em relação ao governo dos EUA. O Fundo acusa a maior economia do mundo de demorar na consolidação fiscal e de optar pelo crescimento econômico. Prestem atenção, optar pelo crescimento econômico!
Espero que a tucanada e seus parceiros tenham lido esta acusação e cobrança na imprensa internacional, já que nada disso foi veiculado na mídia tupiniquim. Ela faz de conta que não viu nada.
Mas, o pior é a dívida pública japonesa, já atingindo 250% do PIB, e na Europa chegando a patamares acima dos 100%, na Itália, Grécia, Irlanda e Portugal. Com o agravante de que à exceção da Europa, o déficit público nos EUA e no Japão só aumenta.
E o pior, responsáveis que ainda não fizeram o seu ajuste, o que atrasa o ajuste na Europa e no Japão, levando ao endividamento dos países ricos a 100% do PIB, nível mais alto já atingido desde a II Guerra Mundial.
Esquecer, e não levar em conta sempre esse dado fundamental, simplesmente, pode provocar erros estratégicos graves. Os EUA estão com uma dívida pública equivalente a 90% do seu PIB e seu déficit público atinge 11%. Isto mesmo, 90% e 11%!
Por isso, tudo o que escrevem nossos críticos aqui no Brasil, não passa de tinta em papel. Principalmente, porque se acrescentados os débitos das empresas públicas Fannie Mae e Freddie Mac, a dívida pública norte-americana alcança 124% do seu PIB.
Mídia poupa e não acusa. O FMI o faz
Isso levou o próprio FMI a exigir, esta semana, medidas drásticas em relação ao governo dos EUA. O Fundo acusa a maior economia do mundo de demorar na consolidação fiscal e de optar pelo crescimento econômico. Prestem atenção, optar pelo crescimento econômico!
Espero que a tucanada e seus parceiros tenham lido esta acusação e cobrança na imprensa internacional, já que nada disso foi veiculado na mídia tupiniquim. Ela faz de conta que não viu nada.
Mas, o pior é a dívida pública japonesa, já atingindo 250% do PIB, e na Europa chegando a patamares acima dos 100%, na Itália, Grécia, Irlanda e Portugal. Com o agravante de que à exceção da Europa, o déficit público nos EUA e no Japão só aumenta.
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